“Eram 33 caras em cima de mim”, afirma jovem vítima de estupro

A menina de 16 anos que foi vítima de um estupro coletivo em uma comunidade da Zona Oeste, no Rio de Janeiro, foi atendida no setor de ginecologia do Hospital Maternidade Maria Amélia, que é anexo ao Souza Aguiar, para fazer exames.

A polícia já teria identificado dois dos suspeitos. Eles terão as prisões preventivas pedidas ainda nesta semana. A jovem passou a madrugada no Instituto Médico Legal e já foi ouvida na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que apura o caso.

O Ministério Público está acompanhando o crime e afirmou que já recebeu 800 denúncias, pela ouvidoria. Ao sair do hospital, a menor de idade, ainda muito abalada, contou que foi dormir na casa do namorado, na última sexta-feira, e só acordou no domingo.

“Quando acordei tinha 33 caras em cima de mim”, contou a menina de 16 anos. “Só quero ir para casa”.

Aos choros e ainda muito abalado, o pai da menina, que pediu para não ser identificado, salientou que o estupro teria acontecido no Morro São João, em Praça Seca.

Ela foi num baile, prenderam ela lá e fizeram essa covardia. Bagunçaram minha filha. Quase mataram ela. Estava gemendo de dor. Ficou tão traumatizada que só conseguia chorar”, disse o pai da jovem.

A avó da vítima, em entrevista à rádio CBN, afirmou que a neta teve uma espécie de apagão durante o estupro.

O vídeo é chocante, eu assisti. Ela está completamente desligada. Ela tem umas coleguinhas lá, mas nessa hora nenhuma apareceu”, lamentou. 

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Redação Brasil News

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