Principais noticias dos jornais nacionais de Quarta-feira 15 de Março de 2017

Manchete do jornal O Globo: Lista de Janot inclui Lula, Dilma, Aécio, Serra…

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Lista de Janot inclui 5 ministros de Temer, além de Lula e Aécio

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: Janot pede investigação de Lula, Dilma e 5 ministros de Temer

Manchete do jornal Valor Econômico: Lista de Janot tem cinco ministros, Maia e Eunício

 

Investigados não são réus, diz presidente do Senado é o título de matéria no Globo

Eunício Oliveira é um dos alvos da investigação

Em nota como presidente do Senado, embora seja alvo de um inquérito, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou que a Casa “recebe com absoluta serenidade e confiança na Justiça o envio ao Supremo Tribunal Federal dos pedidos de investigação relacionados a alguns de seus integrantes”. Ainda no comunicado, disse que “pedidos de investigação não convertem investigados em réus e nem são sentenças proferidas. Há que se obedecer e respeitar o amplo direito de defesa, uma das mais sólidas pedras basilares do Estado Democrático. O Judiciário terá instrumentos de apuração, maturidade e firmeza para distinguir mentiras ou versões alternativas e a verdade dos fatos”.

Após ser procurado sobre o pedido de inquérito contra o senador Aécio Neves (MG), o PSDB divulgou nota em que afirma que a sigla “sempre defendeu a realização de investigações, pois considera que esse é o melhor caminho para esclarecer eventuais acusações e diferenciar os inocentes dos verdadeiros culpados”.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/15/investigados-nao-sao-reus-diz-presidente-do-senado-e-o-titulo-de-materia-no-globo

 

Planalto reconhece impacto político de pedidos de inquérito contra ministros, diz o Valor

O Palácio do Planalto admitiu ontem o impacto político no governo a partir do encaminhamento dos pedidos de inquérito feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra auxiliares diretos e apoiadores do presidente Michel Temer. Os pedidos de investigação abrangem deputados, senadores, ministros e governadores. A expectativa do presidente Michel Temer, entretanto, é por uma diluição do desgaste político decorrente das acusações de irregularidades e corrupção, diante do volume e abrangência dos inquéritos com base nas denúncias feitas por executivos da Odebrecht à Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito da Operação Lava-Jato.

O Planalto também buscará intensificar o debate sobre as reformas, em especial a da Previdência, para não deixar a base aliada desviar-se do foco. Os ministros palacianos, Moreira Franco e Eliseu Padilha, não farão comentários antes que as informações sejam tornadas públicas oficialmente e conheçam o teor das denúncias.

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, divulgou nota em que informa ter requerido ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de seu advogado, acesso ao conteúdo das delações da Odebrecht “naquilo que poderia lhe dizer respeito”. Ele não fez nenhum comentário sobre a lista apresentada por Janot ao STF.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/15/planalto-reconhece-impacto-politico-de-pedidos-de-inquerito-contra-ministros-diz-o-valor

 

Políticos e partidos negam irregularidades, diz o Estadão

Políticos e partidos reagiram às primeiras informações sobre os pedidos de inquéritos e procedimentos enviados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal com base na delação da Odebrecht.

Em nota, o chanceler Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) informou que seu advogado requereu ontem acesso ao conteúdo da delação da Odebrecht. Ele disse que “não vai se pronunciar sobre suposta menção a seu nome até ter conhecimento do teor do documento”. O ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), disse em nota que, conforme a legislação, solicitou doações a várias empresas, entre elas a Odebrecht. “Mantive relação institucional com todas essas empresas.”

Gilberto Kassab (PSD), titular da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, declarou que é a favor das investigações, mas que é preciso “aguardar informações oficiais e ser cauteloso com afirmações de colaboradores, que não são provas”. “Os atos praticados em campanha foram realizados conforme a legislação.”

O ministros peemedebistas Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) afirmaram que não iriam se pronunciar.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/15/politicos-e-partidos-negam-irregularidades-diz-o-estadao

 

Planalto receia quebra de sigilo em véspera de atos e votação de reforma, diz a Folha

Com o envio pela Procuradoria-Geral da República dos pedidos de inquérito ao STF (Supremo Tribunal Federal), a equipe do presidente Michel Temer defende que o sigilo seja quebrado ainda nesta semana, evitando que ocorra na véspera de protestos de rua ou da votação da proposta da reforma previdenciária.

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Suprema Corte, não tem prazo para decidir se aceita ou não os pedidos feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ou se manterá os casos em sigilo.

A avaliação no Palácio do Planalto é que a divulgação dos pedidos desgastará inevitavelmente a imagem do governo peemedebista, mas poderá ter um impacto ainda pior caso ocorra nas próximas três semanas, consideradas decisivas pelo presidente.

Nas palavras de um auxiliar presidencial, caso os detalhes sobre os inquéritos venham a público até sexta-feira (17), haverá tempo hábil para “diluir o efeito da divulgação” junto à opinião pública, reduzindo os impactos tanto em votações governistas como em protestos populares.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/15/planalto-receia-quebra-de-sigilo-em-vespera-de-atos-e-votacao-de-reforma-diz-a-folha

 

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Redação Brasil News

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