Principais noticias dos jornais nacionais de Quinta-feira, 2 de Março de 2017

Manchete do jornal O Globo: Primeira lista de Janot deve pedir inquéritos contra 30 

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Gestão Temer vê retomada e diminui corte orçamentário

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: Chapa Dilma-Temer teve caixa 2, afirma Odebrecht

Manchete do jornal Valor Econômico: Temer aposta em alta do PIB acima de 3% em 2018

 

Situação criada pelos amigos José Yunes e Eliseu Padilha causa desconforto ao presidente

O problema, hoje, do ponto de vista do presidente, não é seu, mas do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Se Janot achar que há elementos para a denúncia do ministro, não é um problema dele, Temer. Ele estabeleceu um critério e vai se ater a ele. A demora de uma eventual decisão do Ministério Público Federal é um problema do Ministério Público Federal. Temer espera que Eliseu Padilha volte o mais rápidamente possível e só tem palavras de elogios ao auxiliar: é organizado, trabalhador e tem prestígio e autoridade no Congresso.

Padilha é amigo de Temer há 30 anos; Yunes, há 50 anos. Daí o desconforto. Só não acha que tenha que tomar alguma providência fora das regras que estabeleceu para ministros acusados.

Temer espera para este ano um crescimento de 2,8% em dezembro de 2017 e tem uma expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 3% em 2018.

Em seu aparelho de celular, tem ao alcance das mãos exemplar da “Capital Economics”, prestigiada firma de consultoria londrina, da qual destaca um artigo assinado pelo analista Neil Shearing. O autor aponta uma situação da economia brasileira bem melhor que a expectativa dos próprios brasileiros. Shearing prevê a taxa Selic de 9% em 2017, uma vez que a inflação caiu de forma mais rápida do que o previsto. Ressalta que as estimativas atualizadas “não exatamente estão de acordo com o consenso do mercado financeiro brasileiro, mostrando-se mais otimistas”.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/02/situacao-criada-pelos-amigos-jose-yunes-e-eliseu-padilha-causa-desconforto-ao-presidente/

 

Propostas ‘anti-Jucá’ têm dificuldade para avançar, diz o Valor

Na linha oposta às polêmicas propostas e declarações do líder do governo no Congresso Nacional, Romero Jucá (PMDB-RR), senadores da base e da oposição têm trabalhado para emplacar medidas que visam impedir que réus se tornem presidentes de poderes e a diminuição drástica do número de autoridades com foro privilegiado no país.

Ao contrário da controversa PEC de Jucá, que buscava alterar a Constituição para blindar chefes de poderes de investigações e que rapidamente angariou assinaturas suficientes para tramitar, as propostas caminham com dificuldade.

“A proposta do Jucá é tão absurda que é até difícil de comentar”, critica o tucano Ricardo Ferraço (ES), cujo partido também compõe a base aliada liderada por Jucá. Ainda em 2016, em meio às discussões sobre uma eventual saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado caso se tornasse réu no âmbito da Operação Lava-Jato, Ferraço apresentou PEC para tornar automático o afastamento de chefe de Poder alvo de processo.

A medida, no entanto, só obteve o número de assinaturas de senadores suficientes na semana passada. Ironicamente, a polêmica causada pela proposta de Jucá ajudou: apresentada nas redes sociais como a “PEC anti-Jucá”, o projeto de Ferraço alcançou 32 apoios dois dias depois de o pemedebista se ver obrigado a retirar seu texto de tramitação, após intensa repercussão negativa.

Houve inclusive senador que apoiou as duas propostas, mesmo uma sendo o oposto da outra. “Sendo Jucá presidente do partido hegemônico do Congresso, do presidente da República, esse tipo de coisa turva o ambiente. Não é uma atitude condizente com o tempo que estamos vivendo. A ficha do pessoal às vezes parece que não cai”, disse Ferraço.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/02/propostas-anti-juca-tem-dificuldade-para-avancar-diz-o-valor/

 

Transição ampliada é a manchete do caderno de economia no Globo

Os partidos da base aliada do presidente Michel Temer já desenham uma alternativa à proposta de reforma da Previdência. A ideia é alterar a regra de transição incluída pelo governo no projeto original que tramita no Congresso. Segundo técnicos envolvidos nas discussões, a nova fórmula inclui todos os trabalhadores na regra de transição e fixa idades mínimas progressivas, de acordo com o ano de nascimento. Essa idade seria combinada com o tempo de contribuição.

Pela proposta do governo, apenas homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 anos se enquadram na regra de transição. Para requerer o benefício, essas pessoas não precisam ter idade mínima. Elas apenas pagam um pedágio de 50% sobre o tempo que falta para se aposentar. Os mais jovens têm que cumprir idade mínima de 65 anos, mesmo que já tenham muitos anos de contribuição.

O objetivo dos parlamentares é evitar que pessoas com pouco menos de 50 anos (homens) ou de 45 anos, no caso das mulheres, acabem sendo muito mais penalizadas do que as que se enquadram na regra de transição. Mas, para isso, a proposta alternativa deve ficar mais dura para quem inicialmente estava na regra de transição.

http://equilibreanalises.com.br/manchete/2017/03/02/transicao-ampliada-e-a-manchete-do-caderno-de-economia-no-globo/

 

De licença médica, Eliseu Padilha deve adiar retorno ao governo, diz a Folha

Auxiliares do presidente Michel Temer avaliam que o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, deve prolongar sua licença médica após ter se submetido a uma cirurgia para a retirada da próstata.

A expectativa era a de que Padilha voltasse ao trabalho na próxima segunda-feira (6), mas assessores de Temer acreditam que ele não terá condições de retomar as atividades no Palácio do Planalto apenas sete dias após o procedimento cirúrgico a que foi submetido em Porto Alegre na segunda-feira (27).

Um dos principais assessores de Temer, Padilha pediu licença do cargo no governo na quinta (23) para passar pelo procedimento cirúrgico.

O afastamento se deu no mesmo dia em que seu nome foi implicado na Lava Jato pelo advogado José Yunes, amigo e ex-assessor de Temer, sobre a entrega de um pacote por um operador ligado ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República no último dia 14, e também em entrevista à Folha, Yunes afirmou ter recebido, a pedido de Padilha em 2014, um “pacote” em seu escritório, entregue por Lúcio Bolonha Funaro, operador ligado ao ex-deputado.

A versão coincide com trechos da delação de Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, de que Padilha orientou entregar a Yunes parte de R$ 10 milhões negociados entre a empreiteira e Temer para a eleição de 2014.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/03/02/de-licenca-medica-eliseu-padilha-deve-adiar-retorno-ao-governo-diz-a-folha/

 

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Redação Brasil News

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