Principais noticias dos jornais nacionais de Segunda 15 de Maio de 2017

Manchete do jornal O Globo: Estados vão privatizar empresas de gás natural

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Números mostram baixa eficácia da polícia paulista

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: Procuradores preparam novo inquérito contra Lula

Manchete do jornal Valor Econômico: Depois de porto e aeroporto, governo privatiza ferrovia

 

Um ano depois de assumir, Temer vê dispersão de ‘superbase’ na Câmara, diz a Folha

Um articulador político de Michel Temer procurou, na semana passada, um deputado da base aliada que votara contra a reforma trabalhista. Frustrado, ele apontou o que chamou de “contradição” no fato de o parlamentar ter ajudado a derrubar Dilma Rousseff e se posicionar contra pontos prioritários da agenda do novo governo.

Como esse deputado, outros 72 parlamentares deram “sim” ao impeachment de Dilma no plenário da Câmara, em abril de 2016, mas se opuseram ao projeto que modifica a legislação trabalhista. Agora, parte deles ameaça votar contra a reforma da Previdência, peça-chave da gestão do peemedebista.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/congresso/2017/05/15/um-ano-depois-de-assumir-temer-ve-dispersao-de-superbase-na-camara-diz-a-folha

 

Governo fará nova ofensiva por apoio à Previdência, diz O Globo

O governo começará a semana com mais uma ofensiva em busca de apoio para a aprovação da reforma da Previdência. O presidente Michel Temer fará afagos aos prefeitos e à bancada ruralista, que detém 220 votos na Câmara dos Deputados. O Palácio do Planalto vai dar o sinal verde para a mudança na distribuição do Imposto sobre Serviços (ISS) incidente sobre operações com cartões de crédito, débito e leasing. Além disso, o governo vai permitir o parcelamento de débitos dos municípios com a Previdência.

No caso do ISS, a ideia é mudar a cobrança do tributo da origem para o destino. Isso acaba colocando recursos no caixa de mais municípios, uma vez que hoje o pagamento é concentrado na sede dos administradores de cartões. Técnicos do governo explicaram que, hoje, um operador com sede em São Paulo, por exemplo, recolhe todo o ISS para a prefeitura paulistana. Assim, ao mudar a cobrança do tributo para o destino, o governo permite que o recolhimento seja pulverizado por mais cidades, aumentando o apoio dos prefeitos à reforma.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/reforma-da-previdencia/2017/05/15/governo-fara-nova-ofensiva-por-apoio-a-previdencia-diz-o-globo

 

Aposentadoria média no Brasil supera 70%, diz o Estadão

O tempo de contribuição para se conseguir aposentar com o benefício integral, fixado na proposta original da reforma da Previdência em 49 anos, foi reduzido para 40 anos no projeto aprovado na comissão especial da Câmara dos Deputados. Mas ainda é um dos pontos de polêmicos da proposta. Críticos ao projeto consideram o tempo demasiado longo.

Para o Ministério da Fazenda, esse tempo é mais benevolente que o registrado na maior parte dos países. O estudo “20 mitos sobre a reforma da Previdência”, elaborado por Marcos Mendes, chefe da Assessoria Especial do Ministro da Fazenda, lembra que, quem entra no mercado de trabalho aos 25 anos, depois da universidade, pode se aposentar com benefício integral aos 65 anos, o que está longe de ser a regra em outros locais do mundo.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/reforma-da-previdencia/2017/05/15/aposentadoria-media-no-brasil-supera-70-diz-o-estadao

 

Temer pode dobrar faixa de isenção do IR, diz o Valor

Depois da liberação dos saques das contas inativas do FGTS, o governo prepara medidas para tentar neutralizar o suposto impacto negativo das reformas trabalhista e da Previdência em sua popularidade. Antecipada na sexta-feira pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, a principal ação é a correção, de R$ 1.903 para R$ 4 mil mensais, da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física. Para compensar o impacto fiscal, o governo tributaria dividendos, medida que afetaria a política de distribuição de lucros. O objetivo político é ajudar a aprovar as reformas no Senado. Cacique do PMDB diz que o governo não pode dialogar “exclusivamente com o PIB nacional e a classe política”.

 

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Redação Brasil News

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