Principais noticias dos jornais nacionais de Sexta-feira 12 de Maio de 2017

Manchete do jornal O Globo: Lula dava ‘palavra final’ sobre caixa 2, diz Santana

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Lula dava aval para caixa dois, afirma marqueteiro

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: Lula tinha a ‘palavra final de chefe’, diz João Santana

Manchete do jornal Valor Econômico: Juro real deve cair abaixo de 4% até o fim do ano

 

Reforma trabalhista pode sofrer alterações, diz o Estadão

Pelo menos seis pontos da reforma trabalhista poderão ser alterados no Senado, segundo o relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Diante dessa perspectiva e para evitar atraso na tramitação, ganha força a estratégia de aprovar o texto da Câmara sem alteração, com o compromisso do Palácio do Planalto de editar, em seguida, medida provisória com os ajustes dos senadores.

Há, de fato, alguns pontos no texto que geram preocupação”, disse o senador ao Estadão/Broadcast. Um dos temas é a atividade de gestante e lactante em locais insalubres. Pelo projeto, o afastamento do trabalho deixará de ser automático nas situações com risco “médio” e “mínimo” e, para deixar o trabalho, a gestante precisará apresentar laudo. Ferraço defende que a responsabilidade de afastar deve ser do empregado.

A multiplicação dos contratos é a manchete do caderno de economia do Globo

Os empregadores brasileiros poderão contratar trabalhadores de sete formas diferentes, se a reforma trabalhista, que já passou na Câmara e agora tramita no Senado, for aprovada. Atualmente, pode-se contratar por tempo indeterminado, por tempo parcial, para trabalho temporário e como aprendiz. Com a reforma, será possível admitir também por tempo intermitente, para teletrabalho ou virtual e, para aqueles que ganhem o dobro do teto do INSS (R$ 5.531) ou mais e tenham nível superior, a negociação será livre e individual.

Um ano após assumir governo, Temer não teve êxito em suas prioridades é o título de matéria na Folha

Michel Temer ainda não teve êxito em prioridades que estabeleceu para o seu mandato em discurso feito quando assumiu a Presidência.

No seu primeiro pronunciamento no comando do país, há exatamente um ano, ele disse que sua fala representava parte “de um ideário” que ele oferecia ao Brasil.

Em sua estreia como então presidente interino, destacou que o maior objetivo da gestão era a redução do desemprego e lançou um slogan: “Não fale em crise, trabalhe”.

Em um ano, apesar do país ter criado em fevereiro 35,6 mil vagas formais, foram fechados 63,6 mil postos com carteira assinada em março. No primeiro trimestre, o desemprego atingiu recorde de 14,2 milhões de pessoas.

 

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Redação Brasil News

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