Principais noticias dos jornais nacionais de Domingo 4 de Junho de 2017

Manchete do jornal O Globo: Prisão de ex-assessor eleva pressão sobre Temer

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Ninguém desponta como favorito em pleito indireto

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: PF prende Rocha Loures e aumenta pressão sobre Temer

 

Ninguém desponta como favorito em pleito indireto é a manchete da Folha

Pesquisa feita pelo Datafolha com 311 dos 594 parlamentares aptos a votar em uma eleição indireta aponta que 61% deles não citam espontaneamente um candidato à Presidência para o caso de saída de Michel Temer (PMDB) do cargo.

Outros 15% rejeitaram falar sobre a hipótese, somando assim 76% de parlamentares sem candidato à mão.

Os dados dão materialidade à avaliação majoritária entre partidos que apoiam e combatem o presidente, que está sob forte pressão após ter sido atingido pela delação dos irmãos controladores da JBS: Temer tem resistido à crise porque não existe consenso sobre quem o substituiria até a eleição do ano que vem.

Para 47% dos ouvidos, Temer deveria deixar o cargo. Dessa parcela, 36% defendem renúncia, 34% cassação no Tribunal Superior Eleitoral e 6%, impeachment. Já 40% dizem que o peemedebista tem de ficar.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/06/04/ninguem-desponta-como-favorito-em-pleito-indireto-e-a-manchete-da-folha

 

Prisão de ex-assessor eleva pressão sobre Temer é manchete do Globo

Rocha Loures é detido após perder mandato de deputado federal

Relator da Lava-Jato no STF, Edson Fachin afirma que conduta do homem de confiança do presidente é ‘gravíssima’ e decisão previne influência sobre autoridades; Defesa diz que detenção era desnecessária

Classificado pelo procurador-geral da República como a “longa manus” do presidente Michel Temer, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures foi preso na manhã de ontem, em Brasília, por ordem do ministro Edson Fachin, do STF. Ele é acusado de receber uma mala com R$ 500 mil de propina da JBS em nome do presidente. A prisão aumenta a pressão sobre Temer, a dois dias do início do julgamento no TSE da chapa em que foi vice de Dilma Rousseff. Fachin afirmou que só não mandou prender Rocha Loures antes porque ele era deputado federal, cargo que perdeu depois que o governo decidiu retirar o também deputado Osmar Serraglio do Ministério da Justiça. Loures está na sede da PF em Brasília e deve ser transferido amanhã para o presídio da Papuda. A Polícia Federal prendeu ontem o exdeputado Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial da Presidência da República, acusado de receber propina da JBS em nome do presidente Michel Temer. A prisão do ex-assessor deve aumentar ainda mais a pressão sobre o presidente, já fragilizado pelo inquérito em que é investigado por corrupção, obstrução de justiça e organização criminosa e às vésperas do julgamento do pedido de cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE. Loures foi preso por ordem do ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), e a pedido do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/2017/06/04/prisao-de-ex-assessor-eleva-pressao-sobre-temer-e-manchete-do-globo

 

Defesas de Dilma e Temer convergem em ação no TSE, diz o Estadão

O processo de cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou em 2014 com a presidente e o vice no mesmo lado. Juntos buscavam a absolvição no processo, que era visto na classe política como o “plano B” ao impeachment da petista. Pós-impeachment, a equipe jurídica se dividiu e os advogados de Temer pediram que as condutas de cada um fossem analisadas separadamente. Agora, por sobrevivência política, Dilma e Temer voltam a se unir em uma estratégia que parece ter encontrado eco dentro da corte: a de absolvição de ambos.

O julgamento começa nesta terça-feira, em Brasília. Ganha força na corte eleitoral a tese – que desde o início é defendida pelos advogados da presidente cassada e agora é encampada pela defesa de Temer – de que nem tudo o que foi incluído pelo relator no processo deve ser levado em conta juridicamente. Por esse raciocínio, ficariam de fora as delações da Odebrecht e do ex-marqueteiro do PT João Santana e sua mulher, Mônica Moura, que excederiam o “objeto inicial da denúncia”.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/tse/2017/06/04/defesas-de-dilma-e-temer-convergem-em-acao-no-tse-diz-o-estadao

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Redação Brasil News

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