CGU avalia efetividade de serviços públicos digitais

O Governo Federal segue em busca de tornar a máquina pública mais eficiente e útil ao cidadão por meio da utilização de ferramentas tecnológicas. Em março do ano passado, por exemplo, foi criado o Conselho Nacional para a Desburocratização – Brasil Eficiente, com o objetivo de formular políticas públicas que aperfeiçoem a prestação dos serviços públicos. Recentemente, a Controladoria-Geral da União – CGU testou a eficiência de alguns desses serviços.

A auditoria realizada pelo órgão nos sistemas da Receita Federal e dos ministérios da Educação, Justiça, Saúde e Trabalho considerou o ponto de vista do uso das Tecnologias da Informação. Mesmo com o aporte de recursos empreendido nesses órgãos, a avaliação da CGU concluiu que as estruturas, os arranjos e os processos de governança de Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC e de provimento dos Serviços Públicos Digitais não são efetivos nessas unidades.

Entre os pontos observados, foi verificado, por exemplo, falta de iniciativas concretas para a realização de pesquisas de satisfação junto aos usuários, o que demonstra que os serviços públicos, com poucas exceções, ainda são geridos sem o foco no cidadão.

Conforme o advogado e professor de Direito Jorge Ulisses Jacoby Fernandes, o cenário analisado pela pesquisa ainda remete ao períodos de adaptação à nova tendência da Administração do uso de ferramentas digitais.

“As auditorias foram realizadas entre setembro de 2016 e junho de 2017 e mostram que a utilização de sistemas informatizados na Administração estava muito abaixo do ideal”, explica.

Ferramenta importante

Para o professor, em tempos de novas tecnologias e interação constante entre prestadores e usuários dos serviços, a busca por mecanismos mais atualizados e sistemas mais inteligentes pode fazer grande diferença na entrega das ações governamentais

Redação Brasil News

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