Principais noticias dos jornais nacionais de Quinta-feira 25 de Maio de 2017

Manchete do jornal O Globo: Isolado, Temer usa Exército após depedrações em Brasília

Manchete do jornal Folha de S.Paulo: Protesto contra Temer em Brasília acaba em violência

Manchete do jornal O Estado de S.Paulo: Temer chama Forças Armadas depois de ataques a ministérios

Manchete do jornal Valor Econômico: Impasse na sucessão agrava crise

 

FHC, Lula e Sarney articulam o pós-Temer é o título de matéria na Folha

As articulações para a substituição do presidente Michel Temer evoluíram nas três principais forças políticas do país –PMDB, PSDB e PT– e agora envolvem diretamente três ex-presidentes da República: Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney.

Desde a última quinta (18), quando foram divulgados os detalhes da delação da JBS que envolvem Temer, eles têm liderado conversas suprapartidárias em busca de um consenso para a formação de um novo governo, caso o peemedebista seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os três caciques, pontos de contato nos diálogos que acontecem reservadamente em Brasília e São Paulo, cuidam para que os debates não ganhem caráter partidário.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/crise/2017/05/25/fhc-lula-e-sarney-articulam-o-pos-temer-e-o-titulo-de-materia-na-folha

 

Temer avalia com bancada retirar Renan de liderança do PMDB, diz o Estadão

Os ataques do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), ao governo Temer chegaram ao limite no Planalto. Na manhã de ontem, o presidente Michel Temer discutiu com a bancada do partido a destituição de Renan do cargo. A conversa rendeu bate-bocas no plenário mais tarde, além de um enfrentamento em discursos entre Renan e o presidente do PMDB, Romero Jucá (RR).

O presidente pode destituir o líder do governo, mas do PMDB não. O PMDB não é um departamento do Executivo, não é um subproduto do governo. É um partido político que, coincidentemente, tem um filiado na presidência da República”, afirmou Renan na tribuna.

Dezessete dos 22 senadores que compõem a bancada do partido estiveram com Temer no Planalto. Renan e outros aliados preferiram não comparecer. O tema da destituição de Renan foi puxado por Romero Jucá, que afirmou que não cabia mais na bancada essa postura contrária ao governo e às reformas estruturantes.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/crise/2017/05/25/temer-avalia-com-bancada-retirar-renan-de-lideranca-do-pmdb-diz-o-estadao

 

Maia: impeachment não é como um ‘drive thru’ é o título de matéria no Globo

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ontem que a entrega de pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer não é como um drive thru, ou seja, uma entrega rápida. Aliado do governo, Maia negou que esteja “engavetando” os 12 pedidos já protocolados contra Temer e argumentou que é preciso ter “calma e paciência” para tratar deste tipo de assunto.

Não posso avaliar uma questão tão grave como essa (pedidos de impeachment) num drive thru. Não é assim. Quanto tempo se discutiu aqui o governo Dilma? As coisas não são desse jeito. Temos que ter paciência. Estão dizendo que eu engavetei: não tomei decisão! E não é uma decisão que se tome da noite para o dia. O presidente da Câmara não será instrumento para a desestabilização do Brasil. Esse tem sido o meu comportamento: muita paciência, calma, tentando garantir uma agenda. Estou olhando para 2018, com o Brasil podendo crescer de 3%a 4%. E com esse olhar preciso ter uma agenda que garanta essa possibilidade — disse Maia.

Ele disse ainda que não se envolverá na discussão da proposta que prevê eleições diretas em caso de impedimento do vicepresidente até seis meses antes do fim do mandato.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/crise/2017/05/25/maia-impeachment-nao-e-como-um-drive-thru-e-o-titulo-de-materia-no-globo

 

PMDB e PT vetam tucano na sucessão e Temer resiste em renunciar ao cargo, diz o Valor

A crise política causada pela delação dos executivos da J&F entra hoje no oitavo dia num impasse: o presidente Michel Temer continua firme na decisão de não renunciar, o que reduz a margem de manobra dos políticos para a escolha de um substituto, e a base aliada do governo no Congresso, que deveria conduzir o processo, está rachada no que diz respeito aos pontos de um acordo não há um nome de consenso entre os partidos, a agenda das reformas sofre forte rejeição, especialmente a da Previdência, e os partidos demandam por uma anistia para quem fez caixa dois nas campanhas.

A relação dos cotados para eventualmente substituir Temer no Palácio do Planalto, que chegou a contar com seis nomes, amanheceu ontem com três favoritos: Tasso Jereissati (PSDB-CE), Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim. No momento em que surgiram nomes, o clima esquentou na base. Não tardou para que surgissem vetos a Jereissati no PMDB. “Se ele for candidato, o partido sai esfacelado”, disse um interlocutor próximo de Temer.

Uma ala histórica do PMDB, liderada pelo senador Jader Barbalho (PA), veta qualquer aliança com um candidato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A ala mais ligada ao PT, com Roberto Requião (PR) e Eduardo Braga (AM) à frente, embarcou na tese das diretas já. Convidada, a senadora Kátia Abreu (TO), preferiu ficar ao largo.

http://equilibreanalises.com.br/noticias/crise/2017/05/25/pmdb-e-pt-vetam-tucano-na-sucessao-e-temer-resiste-em-renunciar-ao-cargo-diz-o-valor

 

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Redação Brasil News

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